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É com muito orgulho que hoje publico um poema escrito pela minha mãe, dedicado a mim e a todos os bombeiros do Mundo.
A minha Mãe é uma mulher muito forte, e admirável.
É a mulher que eu mais admiro e quem eu mais amo neste mundo.
Bombeiro tu és um guerreiro
Es Anjo sempre presente
Apesar de seres humano
Também és muito carente
Lutas com bastante audácia
E valentia sem fim
Bombeiro tu és um herói
Que merecias ser feliz
Pelos os outros estás sempre lutando
Tens a vida sempre em risco
Não deixas de ser quem és
Sinto orgulho e deixo escrito
Quantas vezes sem comer
A correr pró hospital
Levando pessoas quase a morrer
Para as poderem, salvar
Sinto orgulho DE SER MÃE
Deste filho que Deus me deu
Pondo a vida dos outros em primeiro lugar
Pensando também nos seus
Corre corre sempre a correr
Para estar em todo o lado
Assim são os bombeiros do Mundo
Que passam um mau bocado
As pessoas pensam nos bombeiros
Quando estão em aflição
Também se deviam lembrar deles
Neste Natal pois então
de Maria Amélia

No mostruário ambulante de centenas de rostos que cruzam connosco nas ruas, praças avenidas, “ele” é apenas um homem comum como outros tantos desconhecidos.
A sua presença faz parte de um contexto, de um minuto ou um segundo no vaivém de vários destinos... Apenas uma farda e um cinturão vermelho o difere dos demais! É um Bombeiro... praticante assíduo de uma profissão árdua, cuja missão solidária é o seu lema de vida.
Nada o impede na luta de salvar vidas, nada o faz recuar no instante em que alguém pede a sua presença, nada é capaz de detê-lo em plantar novas esperanças no momento da dor, da lágrima e do perigo.
Sem ostentar louros ou vaidades, o Bombeiro dificilmente sabe enumerar as vidas que salvou... No instante do sinistro ou da desgraça, a sua presença é como um bálsamo a aliviar o desespero e a agonia daqueles que necessitam de ajuda, mesmo que muitas vezes esse socorro venha a lhe custar a própria vida.
Quantas outras vezes, também, a sua possível “demora” em chegar ao local onde foi solicitada a sua presença é criticada, sem que seja, no entanto, analisada a distância entre o sinistro e o seu reduto de trabalho... Mas, nada disso importa ao Bombeiro! O importante é que ele não falha, não foge ao grito de apelo, não ignora jamais o seu aprendizado disciplinar, cuja missão o enobrece perante os valores da vida. E quando debeladas as agonias e renascidas outras esperanças, ele, o Bombeiro, volta ao seu Quartel.
A sua farda e o seu cinturão vermelho trazem o pó, o resíduo ou a água do trabalho realizado e da missão cumprida.
E o que impressiona nesse Homem herói é a sua humildade que nem sequer lhe faz pensar numa medalha ou num voto de agradecimento.
Afinal, ele sabe muito bem que lá do alto uma voz lhe fala ao coração dizendo carinhosamente: “obrigado filho, por ter salvo outro filho meu”.

Eu fui a uma festa, mãe, e lembrei-me o que me disses-te.
Disseste-me para eu não beber e eu não bebi.
Senti-me orgulhosa de mim, como me disses-te que me sentiria .
Antes de conduzir, eu não bebi, mãe, embora alguns amigos insistissem para que eu bebesse.
Eu agi certo, e sei que tu sempre estives-te certa.
A festa acabou, e os amigos foram saindo.
Quando eu entrei no carro, acreditei que chegaria a casa inteira!
Isso por causa do jeito responsável e doce que me crias-te.
Eu saí do local, mãe, e assim que entrei na avenida, um outro carro não me viu, veio colidir com o meu e eu fui lançada para fora.
Aqui no solo da avenida, enquanto o socorro não chega, eu ouvi um policia dizer que o outro motorista estava bêbado, e agora sou eu que pago por isso.
Estou a morrer aqui, mãe.
Gostava que tu chegasses depressa.
Como isto me aconteceu, mãe?
Minha vida simplesmente se rebentou como um balão?
Há sangue por toda parte, mãe, e a maior parte é o meu sangue .
Estou a ouvir o médico dizer que morrerei em poucos minutos.
Só queria te dizer, mãe, juro que eu não bebi!
Os outros, sim, mãe.
Eles não pensaram.
Aquele que me atingiu, provavelmente estava na mesma festa.
A diferença, é que ele bebeu e eu é que vou morrer.
Por que existe gente assim, mãe?
Eles não percebem que podem arruinar a própria vida?
Estou sentindo dores agudas, mãe.
O homem que me atingiu está andando e eu não consigo achar isso justo.
Eu estou a morrer e tudo o que ele faz é ficar parado a olhar pra mim.
Mãe diz ao meu irmão para não chorar e para o pai não ficar zangado comigo.
E quando eu partir, põe flores do campo na minha campa.
Alguém deveria ter avisado esse homem para não beber antes de conduzir.
Se ele não tivesse bebido, eu ainda poderia continuar viva !
Minha respiração esta enfraquecendo, mãe.
Estou a ficar com medo.
Por favor, não chores por mim, mãe.
Sempre que eu precisei, nunca falhas-te.
Eu só tenho uma última pergunta, mãe, antes de me despedir:
Eu não bebi antes de conduzir, então por que sou eu a morrer?
Este é o fim, mãe.
Gostava de poder olhar nos teus olhos para dizer estas palavras finais:
Amo-te muito Mãe ...e... adeus ...
Muitos dos acidentes de automóveis com mortes saem de festas como estas, mortes totalmente desnecessárias. Custa deixar o carro e chamar um taxi ou voltar com o amigo que não bebeu ?
Esta é uma história verdadeira assim como tantas outras que acontecem infelizmente todos os dias nas estradas de Portugal e do Mundo.
Espero que todos tomem um pouco mais de consciência antes de cometerem actos que acham que só afectam a eles mesmo.

“O CMTE perguntou-me naquele dia, porque é que eu me estava a afastar dos bombeiros.
Eu disse-lhe que o meu psicológico já não me ajuda, e ele completou dizendo que ninguém se acostuma a ver desgraças!
A mais pura e limpa verdade, porque eu não me acostumei.
Chorei inúmeras vezes por não compreender porque Deus busca os nossos companheiros do mundo de forma tão brutal! Compreendo que a morte é necessária para o crescimento espiritual, mas será que Deus não pode buscar os espíritos enquanto estão a dormir e a sonhar, assim a viajem da morte parecia-lhes mais um capítulo do sonho!
Então não haveriam mais crianças acordadas, sentadas no meio dos destroços, ao lado dos seus pais desfigurados perguntando a um bombeiro já atordoado, se ele, pequeno e inocente, não estava a sonhar imaginando que o bombeiro fosse um anjo!
Talvez realmente o sejam um pouco, há quem afirme que sim, e mesmo os bombeiros se regozijam com frases que dizem: “Enquanto todos fogem do perigo nós vamos de encontro a ele. Enquanto todos gritam, nossas vozes bradam em silêncio!”.
Há também quem diga: “Que Deus nos abençoe e os anjos guiem nossas mãos em nossos procedimentos”
Há sim um tanto de irreal naquelas almas. Como explicar que alguém possa sentir paixão por não poder dormir tranquilamente, alimentar-se em horários incertos, sair sem a certeza de voltar, deixar a sua família com um beijo sem a certeza de que poderá beijá-los novamente! Diga-me se não há algo de angelical nesses actos?
Por vezes já me fez chorar a bravura de homens e mulheres, contando as suas experiências, suas surpresas, vitórias e tragédias, mas ainda assim eu vi, por traz de lágrimas, um brilho nos olhos, uma alegria incontida, não pelo que presenciou, mas pelo seu acto, por poder estar ao lado de alguém que precisava de auxílio! E ainda assim quando lhe agradecem responde que não fez nada além do seu dever!
E onde está escrito que é seu dever ser um bombeiro?

Ele poderia ser engenheiro, pedreiro, motorista, escritor, advogado, ao invés disso escolheu ser um bombeiro e ter a sua vida cheia, de choro, sangue, óleo, vidro, fogo, pedidos de socorro e muitas noites mal dormidas, porque a essência de ser bombeiro persegue-o, vem como cinzas de uma residência, chapa retorcida de um carro, olhos suplicantes, choro de dor, até mesmo o rosto de alguém que Deus levou consigo!
Quem não olha um bombeiro nos olhos nunca verá essa essência, nem verá onde está escrito que ele deve ser um bombeiro, porque isso, meus amigos, está escrito na sua alma! E só compreende isso quem já sentiu a inexplicável sensação de salvar uma vida, ou quem também é bombeiro!
Não deixes a essência se consumir nas chamas, derramar-se com o sangue, guarda-a no teu coração, só assim cumprirás a tua missão com toda a dignidade.
Não só pela farda, não só pelas crianças que te pedem pra ligar a sirene, não só pelas pessoas que te chamam de herói, mas pelo amor que sentes pela tua farda, pelas crianças, pela sirene e principalmente pelo teu próximo.

Bombeiro é estar presente,
Na presente humanidade...
Com a paz de um combatente
Destinado à caridade...
Segue em frente, destemido...
Entre infernos e desgraça...
Na esperança, que abraça,
Elevando o seu sentido...
Corajoso e intrépido
Na missão benevolente...
Destemido, segue em frente,
Nesta luta tão constante...
Como exemplo elegante;
Bombeiro é estar presente...
Dá sinais de existência,
Na razão que nos expressa...
E, se o tempo pede pressa
A caminho da ocorrência...
Sua leal benevolência,
Esquece a paz do seu aforro...
Quando nos presta socorro,
Com destreza e com vontade...
Os seus gestos, são bondade,
Num inegável altruísmo...
Demonstrando o humanismo
Na presente humanidade...
Entre as trevas do calvário,
Impotência e agonias...
Dá um pouco dos seus dias
Ao instinto voluntário...
Sendo anjo, faz-se operário
Na urgência mais urgente...
Presta ajuda a um doente,
E dá luz ao sinistrado...
Como um eterno soldado
Com a paz de um combatente...
Sopra as chamas do abismo,
Pela razão do fogo posto...
E as lágrimas no seu rosto,
Dizem não ao cepticismo...
Ante leis do cataclismo,
E as agruras da maldade...
Faz o bem da sociedade,
Deixa a vida num incêndio...
Enlutando este compêndio,
Destinado à caridade...

Um estudo da Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) e da Unidade de Vigilância Pediátrica da Sociedade Portuguesa de Pediatria revela que, em média, são hospitalizadas duas crianças por dia devido a acidentes com andarilhos. A maioria dos casos ocorre junto a escadas e em locais em que a criança tem acesso a objectos perigosos.
Os andarilhos são muitas vezes utilizados em substituição dos carrinhos, com a vantagem do bebé poder exercitar as pernas. Mas o que parece ser um acessório prático e útil é responsável por dezenas de acidentes, alguns deles fatais para as crianças.
O estudo da Associação para a Promoção da Segurança Infantil, apresentado no 8º Congresso de Pediatria, que decorre em Vilamoura, Algarve, consistiu em inquéritos a 1.427 pediatras, praticamente todos os existentes no País, com questões sobre o tratamento de crianças acidentadas com andarilhos, disse à Lusa a pediatra Elsa Rocha, da APSI.
"Dos 215 que responderam, 22 por cento já tinham assistido bebés vítimas de andarilhos, mas esses 48 pediatras assistiram um total de 122 casos num ano", enfatizou Elsa Rocha, extrapolando que "se todos os pediatras tivessem respondido, teríamos cerca de 800 casos".
Este estudo reforça as conclusões de um outro estudo, do Observatório Nacional de Saúde, que aponta para cerca de 650 casos de acidentes com andarilhos por ano atendidos nos hospitais portugueses.
As lesões no crânio são as mais comuns neste tipo de acidentes que acontecem quase sempre em casa ou nas creches. Em muitos casos a cabeça do bebé é demasiado pesada em relação ao resto do corpo e facilmente a criança cai desamparada por ter os pés presos. Por outro lado, o andarilho também coloca o bebé mais alto do que o habitual e permite que a criança chegue facilmente a objectos perigosos.
A APSI desaconselha por isso o uso deste acessório, principalmente em locais com escadas ou com declive. O Canadá é para já o único país onde é proibido usar o andarilho. A União Europeia optou por exigir requisitos mais apertados de segurança, como uso de rodas que prendem quando chegam a uma escada.
fonte: SIC online
Bons Amigos Amigo Bombeiro...
Que muitos incêndios apagas,
Que muitas vidas salvas.
Peço a Deus nosso senhor,
Ser sempre o teu protetor.
Que ele guie os teus passos
Nas horas de perigo.
Que sempre te proteja
Para que nunca saias ferido.
Peço a ele...
Que mesmo em face do maior
horror...
Te dê forças para prosseguir,
Sem nunca pensar em desistir.
Peço que conforte o teu coração
Nas horas de sofrimento e dor.
Que seje ele a luz do teu caminho
O teu guia,o teu condutor.
Bombeiro amigo
Nunca temas o perigo;
Tem sempre fé e sabedoria.
Pois o teu escudo, e o teu defensor
É sempre ele, Jesus Nosso Senhor!